Desenho 2 [fbaup]

Os Materiais no Desenho de Leonardo

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No âmbito dos workshops “Ver com os Meios”, sobre as linguagens, usos e desvios dos meios utilizados pelo desenho, aqui fica um documentário de Alan Donnithorne, conservador da Royal Collection Trust, sobre o fabrico e uso de materiais no desenho de Leonardo da Vinci:

[Leonardo da Vinci’s Drawing Materials / Royal Collection Trust]

Entender estes materiais hoje, sob um olhar contemporâneo que é o nosso, é procurar neles o sentido de experimentação, impertinência e irreverência que os caracterizaram na altura. Não podemos ter, sobre estes meios, a mesma atitude de um artista contemporâneo de Leonardo. Mas podemos tentar reinscrevê-los numa cultura que é a nossa, nas imagens que povoam o nosso imaginário hoje, jogando com os efeitos que a distância histórica que nos separa pode provocar.

 

A deluge

Leonardo da Vinci, Dilúvio, c. 1517-18; aparo e tinta negra com aguada, 16.2 x 20.3 cm
(informação adicional sobre este desenho pode ser encontrada na Royal Collection Trust)

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Mark Dion – Desenho e taxonomia

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Algumas considerações sobre o cruzamento de processos taxonómicos na prática do desenho

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Sugestão – VAROOM

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Sobre estratégias do desenho de reportagem, e a sua relação com contextos de ilustração, fica aqui um link para a revista VAROOM – The Illustration Report.

 

Gwendi Klisa

The Reportage section of Varoom 17 carries work exploring the theatre of human rituals in public spaces. Here we expand this theme with Gwendi’s experience in Malaysia, and she responds to Varoom’s questions below:
BRIEF: This reportage project was inspired by an illustration course I took at Central Saint Martins. On my recent travels to Malaysia I passed through a small market town. From my western perspective life there seemed strangely familiar, but played out with cultural differences that I wanted to record.

MATERIALS: Pencil, marker, pen and ink.
RESEARCH: I spent a few days getting to know people and observing and recording my surroundings before working on the final drawings. It was often hard not to be noticed as a reporter because people were as interested in me as I was in them.

PROCESS: Drawings were done on location on an A4 pad, then coloured in the evenings and finished in Photoshop.
MOTIVATION: Health and safety regulations can be an unhealthy obsession in western society. I was fascinated by the disregard of many of these conventions. Market women using wheelbarrows to ferry lemonade to their stalls, several people fitted onto single scooters, various animals on the loose in the busy market street including a pet python. The rabbits in the picture were so grungy that I didn’t want to go near them. God knows who they belonged to. Local kids seemed to pick them up from time to time.
DISTRACTIONS: The jungle seeping into the town was intriguing and provided me with distracting material, figures and sensations.
RESISTANCES Taking out pen and paper in the streets made some a bit nervous initially – including myself. This improved after I had loitered in town for a few days and made myself known.

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A propósito de espaços construídos no limite das convenções de representação, por combinação de fragmentos de imagens perspéticas com outras formas cartográficas ou verbais, deixo-vos um breve documentário sobre os processos de trabalho de Julie Mehretu.

Aconselho ainda um outro documentário, que pode ser encontrado aqui:

JulieMehretu

 

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Representação e Processo: Morgan O’Hara

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A pesquisar: coordenação olhar/mão; percepção visual e percepção háptica como base operativa do desenho; desenho em tempo real

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A pesquisar: Anna Barribal – contaminações entre os processos do desenho e as linguagens escultóricas.

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Representação e Processo: Dryden Goodwin

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‘Breathe’ de Dryden Goodwin é criado a partir de mais de 1300 desenhos a lápis representando a respiração do filho do artista. O trabalho foi primeiro colocado na Gassiot House em St. Thomas’ Hospital, de modo a ser visível a partir de Westminster Bridge e oposto às Houses of Parliament, o centro de decisão política de Inglaterra.
Para criar “Breathe” Goodwin colaborou com o Professor Frank Kelly, um especialista em saúde pulmonar no King’s College London. A representação de Goodwin de uma criança a respirar emerge da investigação de Kelly em colaboração com o programa EXHALE. EXHALE é um estudo multidisciplinar centrado na saúde pulmonar das crianças expostos à poluição aérea da zona Este de Londres.

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Documentação do projecto “Linear” de Dryden Goodwin, comissionado pelo Art on the Underground em Londres. O projecto foi exposto entre 5 de Fevereiro de 2010 e 5 de Fevereiro de 2011.

Apresentado em cartazes, panfletos, caixas de luz, ecrãs digitais e em vários lugares de exposição na rede do metropolitano londrino, Goodwin desenhou a lápis 60 retratos do pessoal da Jubilee Line em trabalho, ou em momentos de pausa, e criou 60 filmes registando o processo dos desenhos. Os filmes podem ser vistos online, numa visão interna dos momentos de criação de cada retrato. Cada desenho concentra-se na face e cabeça de cada pessoa. Os filmes mostram a progressão acelerada destes desenhos, feitos em situações e locais muito distintos, acompanhados de fragmentos da conversa entre o artista e o seu “modelo”, revelando uma multiplicidade íntima de trocas e histórias.

No seu conjunto, estes desenhos formam um retrato social íntimo e diverso desta comunidade, numa cartografia simultaneamente física e emocional do metropolitano.

+INFO

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Representação e Processo: William Kentridge no Estúdio

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A pesquisar:

Uma descrição do processo de criação do artista Sul-Africano William Kentridge e do espaço mental que o seu método de desenho cria, baseado na reformulação de cada imagem, que apaga e sobrepõe-se à anterior como um palimpsesto, de modo criar sequências animadas.

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Representação e Processo: Enki Bilal

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A pesquisar:

 

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Representação e Processo: Marlene Dumas no Atelier

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A pesquisar:

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+info: http://www.marlenedumas.nl/

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SUGESTÃO

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MARWAN: PRIMEIRAS OBRAS 1962-1972
de 2014-07-10 A 2014-10-12
MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE SERRALVES, PORTO
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497410
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(Do texto da exposição)
Marwan: Primeiras obras 1962-1972” apresenta mais de 140 pinturas e obras em papel produzidas pelo reconhecido pintor sírio Marwan entre 1962 e 1972. A exposição reflete a aspiração do programa do Museu de Arte Contemporânea de Serralves de apresentar novas perspetivas sobre produção artística e as suas histórias. (…)
As obras realizadas entre 1962 e 1972 apresentadas nesta exposição são um conjunto exemplar da originalidade formal e temática de uma obra que vai buscar elementos a outro tempo e a outro lugar. Grande parte destes trabalhos – sobretudo as obras sobre papel – tem sido pouco mostrada fora da Alemanha e permanece ainda na posse do artista. Neste conjunto de obras encontramos ainda temas recorrentes na obra de Marwan, como uma grande diversidade de retratos e autorretratos, as “cabeças-paisagem”, as silhuetas cobertas com véus e de rosto coberto e as figuras de jovens, sós ou em grupos, que representam figuras coletivas e anónimas. Estas pinturas, aguarelas e desenhos testemunham uma experiência de pintura obstinadamente individual, na qual introspeção e obsessões íntimas se encontram na expressão da inquietação e da frustração partilhadas por uma geração de artistas e intelectuais árabes à qual Marwan pertence.

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Para que serve um desenho?

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Um ensaio sobre as possibilidades narrativas do desenho, a partir de um experimentação com suportes de papel

Mileyes (Donato Sansone), Videogioco, 2009

 

 

Adana Golden Boll film festival Turkey (Special jury prize)
Hiroshima 2010 (Renzo Kinoshita Prize)
Expresion en Corto 2010 (Jury Mentionas)
Clarmont-Ferrand 2010 (Mention Du Jury)
Anima Mundi 2010, Brasil (Best Animation)
SICAF 2010, Seul (Juri Special Prize)
Wiz Art 2010, Ukraine (Best Experimental Short)
(…)

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Desenho de linha contínua / visão panorâmica

(a partir de Mick Maslen e Jack Southern)

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